domingo, 18 de novembro de 2018

Niterói, RJ

Cinema: Mateus Solano e Marjorie Estiano devem reviver a ‘Maldita FM’

Publicado em 22/04/2015 - 04:24

Rádio ficou famosa nos Anos 80 por tocar músicas de artistas banidos da grande mídia.

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Dilson Ornelas, Niteroiurgente.com

Depois de virar livro pelas mãos do jornalista e produtor musical Luiz Antônio Mello, a Maldita FM, quem diria, vai parar no cinema. Mateus Solano e Marjorie Estiano devem estrelar a “Onda Maldita, que começa a ser gravada em 2016. A informação circulou no jornal O Globo (Coluna Gente) e foi confirmada pelo Blog do roteirista LG Bayão.

A Maldita, como era chamada a Rádio Fluminense, nos anos 80, conquistou o público por causa de sua proposta ousada, de tocar os artistas que não tinham espaço na mídia convencional. Graças à ela, o público tinha acesso a “malditos” como The Who, Hermeto Paschoal e Egberto Gismonti.

Ouça trechos da Rádio Fluminense, no período 1982-1985: 

O filme que vai contar a história da 94,9FM terá a produção de Renata Magalhães, esposa do cineasta Cacá Diegues, e direção de Tomás Portella (“Qualquer Gato Vira-Lata”). O roteiro de Bayão, claro, vai abordar fatos do primeiro Rock in Rio, de 1985, um pano de fundo de luxo na condução da história.

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Segundo ele, além do filme, o livro Onda Maldita também será lembrado em um   documentário dirigido por Tetê Mattos, com o depoimento de vários artistas que passaram pela Fluminense FM, entre eles, também o pessoal de Legião Urbana e Paralamas do Sucesso.

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Equipe da Maldita FM: Da esquerda para a direita embaixo: LAM, Carlos Lacombe e Joubert Martins. Na segunda fila, em pé, Selma Vieira, Selma Boiron, Alex Mariano, Liliane Yusim, Monika Venerabille,Carla. Na terceira fila Cristina Carvalho e Hilário Alencar. Na última fila, Aramis e Paulo Sisino.

“Escrevendo sobre ‘A Onda Maldita’ eu vi Lobão entrar na minha sala com uma fita de rolo embaixo do braço. Eu não conhecia Lobão, mas seu produtor, gente finíssima, amigão, Ignácio Machado […]era, nada menos, do que seu primeiro disco-solo depois que ele saiu da Blitz. […] Botamos a fita no ar. Explodiu! Sucesso total. A gravadora RCA (não mais existe) abocanhou e lançou”, recorda-se Luiz Antônio Mello, que passou pela FM Fluminense entre 1982 e 1985.

Recorte da Coluna Gente Nossa (O Globo): 

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