segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Niterói, RJ

Professora morre após cirurgia plástica em Niterói

Publicado em 24/07/2018 - 16:42

 

A professora Adriana Ferreira Capitão Pinto, de 41 anos, teria morrido depois de se submeter a um procedimento em uma clínica de Niterói, no dia 16 de julho. A polícia investiga se há conexão entre a morte e a cirurgia.

De acordo com um familiar, ela fez uma lipoaspiração no abdômen e um implante de gordura nos glúteos, e estava se recuperando bem do procedimento. No entanto, na madrugada da última segunda-feira, passou mal em casa e morreu antes mesmo de ser levada a hospital.

“ Ela passou o domingo bem, sem sentir nada, foi ao shopping. Mas acordou durante a noite para ir ao banheiro e já caiu no chão, morta. O marido ainda tentou reanimá-la com a ajuda dos Bombeiros, mas não teve jeito. Estamos muito abalados”, disse o parente que não quis se identificar.

Adriana chegou a ser socorrida no Hospital municipal Lourenço Jorge, também na Barra, mas já chegou sem vida à unidade de saúde. Adriana é de Paracambi, na Baixada Fluminense, mas estava morando na Barra da Tijuca. Ela era casada e deixa dois filhos.

“A perita do Instituto Médico Legal (IML) nos disse que a causa da morte foi trombose e embolia pulmonar, muito provavelmente por causa do procedimento estético”, informou.

OUTROS CASOS INVESTIGADOS

O caso de Adriana é o terceiro registrado apenas nos últimos oito dias. Nesta segunda-feira, a modelo Mayara Silva dos Santos, de 24 anos, foi enterrada no Cemitério de Inhaúma, Zona Norte do Rio. A jovem chegou morta a uma unidade da UPA na Barra da Tijuca, na última sexta-feira, após um procedimento estético. A jovem teria sido operada dentro de um apartamento na Zona Oeste, e a família sequer sabia do procedimento. O caso está registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca).

Na última semana, um outro caso ganhou repercussão mundial. O médico Denis Cesar Barros Furtado, conhecido como “Doutor Bumbum”, foi preso acusado pela morte da bancária Lilian Calixto, de 46 anos. O caso também foi registrado na 16ª DP, onde é investigado. O médico está preso desde a última quinta-feira, acusado de realizar o procedimento que causou a morte da bancária. Segundo Nelson Nahon, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), os tratamentos que Denis aplicou não têm comprovação científica.

(Com informações do Jornal Extra)

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