sábado, 21 de outubro de 2017

Niterói, RJ

Moradores começam a retomar rotina na Favela da Rocinha

Publicado em 27/09/2017 - 15:22

Foto: Daniel Castelo Branco

0 - rocinha-Daniel Castelo-Branco-Agência-ODia

Em meio à tensão e tanques de guerra, aos poucos, a rotina dos moradores volta ao normal. Na madrugada desta quarta-feira não houve tiroteio. As escolas e creches particulares reabriram ainda na terça, mas com saída antecipada.

“Minha neta de 1 ano voltou para a creche hoje. Normalmente, ela estuda até à noite, mas a saída foi às 16h”, contou a dona de casa Maria Rodrigues, 56. Seu marido é dono do Bar do Zé, na entrada da Dioneia. A região, onde na mata traficantes estariam escondidos, virou um ponto fixo de soldados do Exército. “Moro há 35 anos aqui e nunca tinha visto isso”, contou José Lima, que reabriu o bar, que funciona 24 horas por dia, desde segunda.

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Ontem, durante uma reunião promovida pela associação de moradores, uma mãe disse que seu filho de 17 anos está desaparecido. “Dizem que um monte de garoto morreu na Vila Verde (parte alta da favela). Não o vejo há oito dias”, afirmou Maria Rodrigues Gomes, 50. O registro do desaparecimento de Anderson Rangel foi feito na delegacia. À noite, uma faixa foi pendurada na passarela em frente à favela: “A Rocinha pede Paz”.

(Com informação de ODia)

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