domingo, 28 de maio de 2017

Niterói, RJ

RJ confirma dois casos de febre amarela, uma morte e 17 suspeitas

Publicado em 16/03/2017 - 14:55

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No Sana, em Macaé, vizinho Casimiro, onde houve os casos, vacinação começou segunda.

Dois casos de febre amarela foram confirmados ontem em Casimiro de Abreu, na Região dos Lagos. O pedreiro Watila Santos, de 38 anos, que morreu no sábado, e o servidor Alessandro Valença Couto, 37, internado desde então no Hospital dos Servidores se somam a outros 17 casos suspeitos, que continuam sendo avaliados.

Um milhão de doses da vacina começaram a ser distribuídas, com apoio dos bombeiros, em 12 dos 25 municípios do entorno, que engloba as regiões dos Lagos, Serrana, Norte e Noroeste Fluminense e Metropolitana. A Secretaria Estadual de determinou a vacinação em massa nos 92 municípios fluminenses.

Apesar de a febre amarela silvestre ser transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, típicos de regiões de mata, diferentemente da versão urbana, causada pelo Aedes aegypti e considerada erradicada no Brasil desde 1942, os sintomas são os mesmos. E podem ser confundidos como viroses com as quais cariocas e fluminenses já estão, forçadamente, “familiarizados”: dengue, zika e chicungunha.

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A maioria das pessoas infectadas pelo vírus da febre amarela apresenta sintomas leves, como febre e cefaleia, com duração média de dois dias. “Mas, em alguns casos, o quadro clínico pode ser moderado, apresentando dor muscular, nas articulações, náuseas e, em alguns fenômenos agudos, o paciente pode ter hemorragia causando icterícia, um sintoma que deixa a região dos olhos, pele e mucosas com aspecto amarelado”, explica a infectologista Sílvia Oliveira, do Hospital Rios D’Or.

(Com informação do G1)

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