sábado, 16 de dezembro de 2017

Niterói, RJ

Vendas no comércio sobem 3,6% em um ano

Publicado em 11/10/2017 - 15:45

0 - comercio-varejo-brasileiro

Na comparação com agosto de 2016, houve em agosto deste ano avanço em seis das oito atividades pesquisadas. As principais influências vieram de móveis e eletrodomésticos (16,5%) – quarta taxa positiva consecutiva nessa comparação, seguido por hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%) – quinto avanço consecutivo, confirmando a trajetória ascendente do segmento, segundo o IBGE.

Tiveram taxas positivas ainda tecidos, vestuário e calçados (9%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,1%), ambos ocupando a terceira maior participação na taxa global.

Curta NITERÓI URGENTE no Facebook. Siga-nos no Twitter

As demais taxas positivas foram registradas nos setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,4%) e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,0%). Por outro lado, combustíveis e lubrificantes (-2,9%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-4,4%) reduziram o volume de vendas comparado a agosto de 2016, pressionando negativamente o resultado.

Varejo ampliado

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, ficou praticamente estável em termos de volume (0,1%) frente a julho, com alta nas vendas pelo terceiro mês consecutivo, enquanto a receita nominal teve variação de 0,4%.

Em relação a agosto de 2016, o varejo ampliado cresceu 7,6% no volume de vendas (melhor resultado para agosto desde 2012, quando tinha sido de 15,6%) e 5,1% em receita nominal. O volume de vendas no acumulado do ano cresceu 1,9% no ano e caiu 1,6% nos últimos 12 meses, enquanto a receita nominal registrou taxas de 2,3% e 1,2%, respectivamente.

Em relação às regiões, 24 unidades da Federação apresentaram variações positivas para o volume de vendas na comparação com agosto de 2016, com destaque para Santa Catarina (18,9%), Rio Grande do Sul (17,0%), Amazonas e Espírito Santo (ambos com 15,8%).

Veja também

Deixe o seu comentário

PUBLICIDADE